Produto · 7 de outubro de 2026
Administração Trump anuncia mudança de 'inteligência artificial' para 'superinteligência' e pacto de segurança não vinculativo
O presidente Donald Trump anunciou esta semana que o governo dos Estados Unidos não utilizará mais o termo 'inteligência artificial', passando a usar 'superinteligência'. A mudança foi parte de um esforço mais amplo para abordar a segurança e a imagem da inteligência artificial. O TechCrunch relatou a história. Durante o último episódio do podcast Equity, Kirsten Korosec, Sean O’Kane e Anthony discutiram as motivações por trás da reunião e os possíveis efeitos no setor de IA. Eles expressaram ceticismo em relação ao 'Compromisso Conjunto sobre Responsabilidades de Fronteira' assinado pelos executivos, destacando que o acordo é 'profundamente não vinculativo' do ponto de vista legal.
Trump, no entanto, considerou o pacto 'moralmente vinculativo'. Kirsten sugeriu que a reunião pode ter sido uma tentativa de rebranding da inteligência artificial, enfatizando que a 'superinteligência' não é tão ameaçadora. A mudança de terminologia foi formalizada por meio de uma ordem executiva, exigindo que os representantes oficiais dos EUA utilizem o termo 'superinteligência' em vez de 'inteligência artificial'. A reunião também incluiu um pacto de segurança, que foi visto como um gesto significativo, apesar de não ter um impacto regulatório substancial. Entre os participantes estavam CEOs de grandes empresas de tecnologia, como Mark Zuckerberg, Jeff Bezos e Elon Musk.
A relação entre a administração Trump e a Anthropic, uma das empresas presentes, foi destacada como complexa, com diferentes departamentos do governo tendo visões divergentes sobre a empresa. O acordo assinado foi criticado por ser voluntário e conter erros, como a grafia incorreta de 'Estados Unidos'. Apesar das críticas, a iniciativa foi vista como um esforço simbólico para abordar as preocupações públicas sobre a inteligência artificial.